Administração Obama anuncia novas iniciativas de energia limpa para as Forças Armadas

O Exército dos EUA gasta até US$ 20 bilhões em petróleo a cada ano e, à medida em que seus preços sobem, a soma gasta é cada vez maior. Mas o petróleo não custa ao Pentágono apenas na forma de dinheiro de impostos – ele apresenta enormes dificuldades logísticas e custou milhares de vidas de tropas militares que foram mortas enquanto protegiam comboios de combustível no exterior. Por isso, a notícia que o Departamento de Defesa anunciou uma meta de comprar um total de três gigawatts de energia eólica, solar e geotérmica para bases militares domésticas até 2025 foi muito bem recebida.

A política de energia da administração Obama – particularmente o seu interesse em desenvolver novas fontes de energia renovável – tornou-se um objeto de ridicularização dos conservadores, mas a iniciativa militar deve ser resistente a ataques semelhantes. Funcionários do Pentágono deixaram claro que acabar com a dependência militar em relação ao petróleo não tem compromisso com qualquer agenda ambiental, em vez disso, o objetivo é tornar as tropas mais seguras, eliminando uma grave vulnerabilidade.

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Além de construir novas usinas de energia renovável para bases do Exército e Força Aérea, oficiais da Defesa anunciaram que o Exército planeja abrir um laboratório perto de Detroit para desenvolver novas tecnologias para veículos de combate mais eficientes. O Laboratório de Sistemas de Energia de Solo, de 30,000 metros quadrados, conterá uma das maiores câmaras ambientais de todo o mundo, que permitirá aos pesquisadores testar veículos em condições climáticas extremas. O laboratório da Agência de Projetos de pesquisa Avançada do Departamento de Energia também anunciou o lançamento de uma competição de US$ 30 milhões para melhorar a investigação de armazenamento de energia para as operações militares e veículos de combate.

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