Laboratório americano trabalha para baratear o custo da energia solar

Muitas empresas e laboratórios ao redor do planeta têm trabalhado em formas mais eficientes e baratas de obter células solares. O laboratório Fraunhofer Center for Sustainable Energy Systems, em Massachussets, nos EUA, está trabalhando para reduzir o custo de todo o resto, desde a estrutura que abrigará todo o sistema, os sistemas eletrônicos, até a forma de instalação dos painéis. Ao todo, toda essa parte é responsável por aproximadamente 60% do custo total da energia solar atualmente.

Estima-se que o custo por watt de energia solar gerada esteja em torno dos US$3,40. E esse custo pode dobrar no caso de sistemas instalados nos telhados de residências e prédios. Desse total, 26 cents de dólar vão para materiais como vidro e estruturas para a proteção do sistema. Esse custo poderia ser reduzido com a adoção de molduras feitas de material injetado, por exemplo.
Outra parte do custo que poderia ser reduzida está nos inversores, que são responsáveis por 22 cents por watt gerado e mais 25 cents no hardware envolvido na montagem. Isso sem mencionar a fiação, o design, etc.
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Christian Hoepfner, diretor de operações técnicas do centro, acredita que, apesar de parecerem apenas melhorias pontuais, seu conjunto possui enorme potencial para ajudar na redução do custo da energia solar gerada.
O maior desafio é conseguir implementar melhorias sem afetar a durabilidade dos painéis solares, que precisam durar pelo menos 25 anos.

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