Cientistas adolescentes desejam usar mosquitos para fornecer vacinas

Uma equipe de adolescentes interessados ​​em biotecnologia tem trabalhado para transformar mosquitos em “seringas voadoras” para entregar vacinas a seres humanos. Os alunos tëm trabalhado com a Provita Pharmaceuticals, uma “empresa virtual”, e um projeto escolar criado por alunos e instrutores na Bergen County Academies, como um veículo para fornecer uma experiência do mundo real para os interessados ​​em pesquisa científica e marketing. Como parte de seu projeto, os alunos já apresentaram suas pesquisas para a agência de Alimentação e Medicamentos dos EUA.

O líder da equipe, 16 anos, Joshua Meier, foi finalista em 2012 do Google Science Fair e um estudante da Bergen County Academies. Depois de colaborar com diversas outras crianças interessadas em biotecnologia e negócios, Meier começou a trabalhar em um plano de negócios para apoiar a sua pesquisa.

O primeiro objetivo do projeto seringa voadora é modificar mosquitos por meio de bioengenharia para entregar vacinas contra o Vírus do Nilo Ocidental – a idéia se baseia em pesquisas realizadas em todo o mundo ao longo dos últimos 5 anos. A maioria das pesquisas dos alunos é realizada no campus da Bergen County Academies e é paga e de propriedade da escola.

“Nós não podemos realmente cultivar mosquitos no laboratório em nossa escola, porque isso é perigoso, mas temos um conselheiro de pesquisas e idéias planejadas e o próximo passo é fazer uma parceria, entrar em contato com outros lugares que tenham instalações para animais”, disse Meier. Seu projeto também chamou a atenção do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, que manifestou o seu interesse em ajudar com o desenvolvimento futuro da empresa. Além disso, em sua apresentação para a FDA, representantes ofereceram informações sobre os protocolos de pesquisa, testes e requisitos de marketing para ajudar com seus esforços.