Cientista de 18 anos revela planos para reatores nucleares transportáveis ​​mais eficientes

Taylor Wilson é um cientista de 18 anos de idade, que construiu um reator de fusão nuclear na garagem de seu pai aos 14 – e ele acaba de lançar seu trabalho em um novo reator de fissão nuclear modular, que pode ser mais eficiente do que as usinas nucleares existentes. Depois de falar no ano passado sobre suas primeiras experiências com a energia nuclear, Taylor retornou ao TED2013 para falar sobre seu novo projeto.

Ele apresentou sua idéia para o reator de fissão nuclear pequeno, que pode revolucionar o uso da energia nuclear. Embora conceitos semelhantes estejam em desenvolvimento em todo o mundo por grandes corporações, Wilson provavelmente é o primeiro adolescente a se aventurar em tais pesquisas.

O seu modelo de reatores de fissão nuclear modular seria construído com peças de antigos reatores desativados, sem uso de água, o com eficiência de 10 a 15 por cento maior. Com uma capacidade 50-100MW, que poderia fornecer energia para até 100.000 casas, de acordo com o cientista nuclear adolescente.

Sem necessidade de reabastecimento, uma vantagem que ajuda a minimizar os riscos à segurança, os reatores de fissão nuclear modulares seriam enterrados no subsolo e podem funcionar por cerca de 20 anos antes de serem desligados. Não só são uma solução viável de energia para os países em desenvolvimento, mas também podem ser transportados a bordo de naves para outros planetas, afirmou Wilson.

Seu projeto ainda está em fase inicial mas, após sua graduação, ele pretende fundar uma empresa e construir um desses reatores. Ele tem atualmente trabalhado em outros três projetos: um instrumento que detecta plutônio contrabandeado e armas nucleares, técnicas de análise para verificar o conteúdo de contêineres de carga e tecnologia de imagem 3D que detecta explosivos baseados em nitrogênio em bagagens e pacotes.

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Comentários

1 responder
  1. Dhialhovhlhenacapuethra says:

    Eles tentam puxar a Rfassia um pouco mais para o seu lado.Repare que apsear de terem acabado por permitir o arranque da central nuclear, a Rfassia acabou por negar claramente o fornecimento dos S-300. Isto teve impacto. Foi um sinal claro por parte da Rfassia que o Ire3o este1 a ir por um caminho que os russos ne3o se3o capazes de concordar.Mas caro JM, as coisas ne3o se3o nada simples para os russos, se por um lado ne3o querem um Ire3o que domine o nuclear, por outro o Ire3o e9 um componente importante em ve1rios assuntos:O Ire3o este1 a causar problemas na e1rea para os EUA, o que ajuda a enfraquecer a posie7e3o destes na c1sia Central.O Ire3o tambe9m este1 no Mar Ce1spio, uma zona muito rica energeticamente.Estes problemas com o Ire3o, enfraquece o pipeline Nabucco, beneficiando os russos…Os russos ne3o querem demasiada aproximae7e3o entre a China e o Ire3oOs russos veaem no Ire3o um cliente muito bom para a e1rea nuclear, fornecimento de armas e devido ao embargo ocidental, o fornecimento de avif5es civis.He1 muitos interesses e a Rfassia tem e este1 a fazer um jogo de cintura em cima de uma corda…A Rfassia ne3o quer afastar o Ire3o, mas tambe9m ne3o quer dar carta branca na e1rea nuclear.

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